quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Olá Pessoal, vamos falar sobre a obesidade?

Oque é a obesidade?

 Obesidade é uma condição médica na qual se verifica acumulação de tecido adiposo em excesso ao ponto de poder ter impacto negativo na saúde, o que leva à redução da esperança de vida e/ou aumento dos problemas de saúde.Uma pessoa é considerada obesa quando o seu índice de massa corporal (IMC) é superior a 30 kg/m2. Este valor é obtido dividindo o peso da pessoa pelo quadrado da sua altura.
 A obesidade aumenta a probabilidade da ocorrência de várias doenças, em particular de doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2,apneia de sono, alguns tipos de cancro e osteoartrite.A causa mais comum de obesidade é uma combinação de uma dieta hiperenergética, falta de exercício físico e susceptibilidade genética, embora alguns casos sejam causados principalmente por genes, transtornos endócrinos, medicamentos ou transtornos mentais. As evidências que apoiem a perspetiva de que algumas pessoas obesas comem pouco mas ganham peso devido a um metabolismo lento são limitadas. No geral, as pessoas obesas consomem mais energia do que as restantes devido às necessidades energéticas para sustentar a maior massa corporal.

Classificação

 A obesidade é uma condição médica na qual se verifica acumulação de tecido adiposo em excesso ao ponto de poder ter impacto negativo na saúde.É definida em função do índice de massa corporal (IMC) e avaliada em termos de distribuição de gordura pelo índice de cintura e quadris e pelos factores de risco cardiovascular. O IMC está intimamente relacionado com a taxa de gordura corporal e a quantidade total de gordura no corpo.


 Calcula-se o IMC dividindo o peso do indivíduo pelo quadrado da sua altura, através da seguinte forma:



em que m corresponde ao peso da pessoa em quilogramas, e h corresponde à altura em metros. O IMC é geralmente expresso em quilogramas por metro quadrado.


 As definições mais amplamente usadas a nível mundial e em vigor nos países lusófonos, definidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1997 e publicadas em 2000, indicam os valores de referência na tabela à direita.No entanto, alguns países asiáticos redefiniram os valores de obesidade da OMS, uma vez que as populações asiáticas desenvolvem consequências de saúde negativas a um IMC menor do que os caucasianos. Por exemplo, o Japão define obesidade como qualquer IMC superior a 25 kg/m2,enquanto que a China usa um IMC superior a 28 kg/m2
Em crianças e adolescentes


 Em crianças, o peso considerado saudável varia em função da idade e do sexo. A obesidade em crianças e adolescentes não é definida em função de um número absoluto, mas sim por um percentil. Assim, uma criança com idade superior a dois anos é considerada obesa quando o seu IMC é igual ou superior ao percentil 95 para o seu sexo e idade. Da mesma forma, considera-se que uma criança tem excesso de peso (pré-obesidade) quando o seu IMC está entre o percentil 85 e 95.Os dados de referência nos quais estes percentis se baseiam correspondem ao período entre 1963 e 1994, pelo que não foram afetados pelo aumento recente da média de peso.

Mortalidade

 A obesidade é uma das principais causas de morte evitáveis em todo o mundo. Em cada ano, morrem 3,4 milhões de adultos em consequência da obesidade ou do sobrepeso. A doença está também na origem de 44% dos casos de diabetes, 23% dos casos de doença arterial coronariana e entre 7 e 41% de determinados tipos de cancro.Na Europa, 7,7% das mortes (cerca de um milhão de pessoas) são atribuídas ao excesso de peso.Em média, a obesidade reduz a esperança de vida entre seis a sete anos.Um IMC entre 30 e 35 kg/m2reduz a esperança de vida entre dois e quatro anos,enquanto que a obesidade grave (IMC > 40 kg/m2reduz a esperança de vida em dez anos.

Comorbilidades

 A obesidade aumenta o risco de diversas complicações físicas e psicológicas. Estas comorbidades observam-se frequentemente integradas numa condição denominada síndrome metabólica, uma conjugação de transtornos clínicos que engloba: diabetes mellitus tipo 2, pressão arterial elevada, colestrol elevado e níveis elevados de triglicerídeos. As complicações podem ser causadas diretamente pela obesidade ou de forma indireta, através de mecanismos com causas em comum, como por exemplo uma dieta desequilibrada ou um estilo de vida sedentário.
 As consequências da obesidade a nível da saúde podem ser classificadas em duas categorias genéricas: as que podem ser atribuídas aos efeitos do aumento da massa adiposa (como a osteoartrite, a apneia de sono ou o estigma social) e as que podem ser atribuídas ao aumento do número de células adiposas, como a diabetes, cancro, doenças cardiovasculares ou a doença hepática gordurosa não alcoólica.O aumento de gordura corporal altera a reação do corpo à insulina, o que pode provocar resistência à insulina.

Genética

 Tal como muitas outras condições médicas, a obesidade é o resultado da interação entre fatores genéticos e ambientais.Perante fatores ambientais idênticos, o risco de obesidade é maior nas pessoas com predisposição genética para a doença.Esta predisposição genética tem origem nos polimorfismos de vários genes que controlam o apetite e o metabolismo.

Depoimento de 
Pamella Marin:



 Minha história: "Passei minha infância e adolescência lutando com a balança. Fiz vários tipos de dietas e nunca obtive sucesso, então recorri à cirurgia bariátrica. Operei com 108 kg e em um ano alcancei minha meta, mas passei por problemas pessoa e engordei novamente. Com o passar do tempo, coloquei minha vida em ordem e passei a frequentar o Vigilantes do Peso, onde aprendi a me alimentar corretamente. Também adotei os exercícios físicos como prática diária, e agora estou super feliz, com 39 kg a menos!"

Altura: 1,64 m
Peso antes: 108 kg
Peso atual: 69 kg
Cidade: São Paulo/SP


Postado por grupo 11/12 3°A: Glacy Corrêa, Geane Maria, Jéssica Silva e Rayce Dantas.

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